31 de jan. de 20241 min de leitura
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Resenhas
31 de jan. de 20241 min de leitura
Os Malaquias, de Andrea Del Fuego. Companhia das Letras.
Um romance sobre os rastros de uma família em extravio. Desde as reminiscências de um tempo fraturado pela ruína, pela promessa de uma...
31 de jan. de 20241 min de leitura
Não fossem as sílabas do sábado, de Mariana Salomão Carrara. Editora Todavia.
Vinga em Não fossem as sílabas do sábado uma espessura traumática, a voz confessional da narradora Ana forja uma possessão de solidão,...
31 de jan. de 20242 min de leitura
Temporada de furacões, de Fernanda Melchor. Editora Mundaréu.
Glossar a aberração de um território insolado por superstições. O cisma de um enredo advindo do assassinato de um filho travesti de uma...
31 de jan. de 20242 min de leitura
O som do rugido da onça, de Micheliny Verunschk. Companhia das Letras
Micheliny Verunschk corrompe o decalque positivista dos registros naturalistas de Martius e Spix, reconhecidos pela famosa expedição...
31 de jan. de 20241 min de leitura
Bárbaro, de Renato Moriconi. Companhia das Letrinhas.
10 anos de o Bárbaro, de Renato Moriconi. Livro povoado por eras e mitologias atravessadas por um cavaleiro excêntrico e solitário. O...
31 de jan. de 20241 min de leitura
Escute as feras, de Nastassja Martim. Editora 34.
No tempo quase mítico dos cadernos de campo da antropóloga e escritora Nastassja Martim, a liturgia das ontologias e das alteridades...
31 de jan. de 20242 min de leitura
Os coadjuvantes, de Clara Drummond. Companhia das Letras.
Na superfície, Os coadjuvantes, soa como um amontoado de confissões sem lastro de complexidade, o que se verifica na voz da narradora de...
31 de jan. de 20242 min de leitura
Páradais, de Fernanda Melchor. Editora Mundaréu.
Temporada de furacões como um romance que glosa aberrações de um território insolado por superstições invoca pelo submundos de La Matosa...
31 de jan. de 20241 min de leitura
Labor de sondar [1977-2022] é um título da coleção de poesia Círculo de poemas, parceria entre as editoras Luna Parque e Fósforo, que reúne toda a obra poética de Lu Menezes.
Ontem foi o #diamundialdapoesia e no para sempre das homenagens e dos festejos à Lu Menezes, seu legado que ressoa das viagens seladas...
31 de jan. de 20241 min de leitura
Sistema nervoso, Lina Meruane. Editora Todavia.
A ficção de Lina Meruane investe em um dispêndio estilístico: obsessão e linguagem poética como tração de suas histórias sobre corpos,...
31 de jan. de 20242 min de leitura
A consulta, de Katharina Volckmer. Editora Fósforo.
Toda uma dicção acossada por chistes nervosos (o empilhamento e obsessão oníricos e eróticos por Hitler), um trabalho engenhoso da...
31 de jan. de 20242 min de leitura
As maravilhas, de Elena Medel. Editora Todavia.
Como se um inventário ficcional pudesse coletar de um recorte social e político (do fim da ditadura franquista ao ano de 2018) marcas e...
31 de jan. de 20242 min de leitura
Suíte Tóquio, de Giovana Madalosso. Editora Todavia.
Um clímax (babá sequestra criança) convoca um tempo presente de terror e outro de passados bricolados que dão uma dimensão senão...
31 de jan. de 20242 min de leitura
A cachorra, Pilar Quintana. Editora Intrínseca.
Da mesma linhagem de textos ficcionais que escarafuncham e se apropriam de signos renegados à figuração da maternidade como Rostos na...
31 de jan. de 20242 min de leitura
As coisas que perdemos no fogo, de Mariana Enriquez. Editora Intrínseca.
A penumbra como recurso narratológico para prolongar um tempo de dor (Os anos intoxicados da ditadura militar argentina) que se refaz...
31 de jan. de 20242 min de leitura
Este é o mar, de Mariana Enriquez. Editora Intrínseca.
Uma imagística de shows de rock como culto pagão, todo o dispêndio de devoção tomados como forças mágicas que possibilitam o panteão do...
31 de jan. de 20242 min de leitura
O jovem, de Annie Ernaux. Editora Fósforo.
Ainda que a crítica venha há muito elencando concisão e uma derivação da escrita confessional como estilemas da linguagem de Ernaux...
31 de jan. de 20241 min de leitura
A vergonha, de Annie Ernaux. Editora Fósforo.
persiste em A vergonha um périplo narrativo regulado por afetos dissonantes que faz da memória, um material inacabado, sempre aberto ao...
31 de jan. de 20242 min de leitura
A filha única, de Guadalupe Nettel. Editora Todavia.
A maternidade em uma mirada multidimensional. O determinismo biológico e seu enunciado molecular de maternidade compulsória, (ainda que...
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