O vestido, de Afya. Edições Olhos de vidro.
- 30 de jan. de 2024
- 1 min de leitura
Atualizado: 31 de jan. de 2024

Um vestido como signo poético da infância, como elo entre a corporeidade inarredável do presente e a imaginação catalisadora de passados e futuros. Um vestido que porta as memórias dos passeios de Afiya, que registra seus olhares aos animais do zoológico e grava como em uma colagem mnemônica a sensibilidade de uma criança atenta aos movimentos dos peixes e a textura das pedras.
Uma imagística da infância pelo olhar da criança em sua cinética de danças e demoras. Um poema escrito pelo escritor jamaicano James Berry e ilustrado pela artista brasileira Anna Cunha que dissemina não uma representação da infância mas uma espécie de rastro lúdico do mundo de Afiya, rastilho para clarões de nostalgias da nossas infâncias e para o agora brincante das nossas crianças.
Comentários